O brasileiro mantém-se otimista em relação a seu futuro, mas o entusiasmo arrefeceu em relação ao ano passado. Esse quadro foi mostrado pela pesquisa O Observador 2012, da Cetelem BGN, que constatou: 31% dos entrevistados estão otimistas quanto ao futuro, em comparação aos 42% do ano passado, ao mesmo tempo em que o entusiasmo recuou para 14%, contra 17% no levantamento de 2011. Na outra ponta, cresceu a fatia dos que escolheram a palavra "revolta" como a que melhor define sua perspectiva para o futuro. O coeficiente subiu de 7% no ano anterior para 11% em 2012. Também aumentou a parcela dos que estão preocupados com o futuro, de 29% em 2011 para 33% na pesquisa deste ano.
O cartão de crédito é cada vez mais utilizado nas compras
on-line, segundo a pesquisa O Observador 2012, da Cetelem BGN. De acordo com o
levantamento, 81% dos entrevistados disseram que o cartão é a forma de
pagamento mais utilizada no consumo pela internet, em comparação a 73% no
estudo anterior.
O pagamento por crediário também cresceu no consumo em lojas
virtuais, passando de 9% em 2011 para 11% este ano.
Já o boleto bancário teve queda na preferência do internauta
consumidor. Esse meio de pagamento recuou para 46% na pesquisa O Observador
2012, depois de ter alcançado 62% no levantamento do ano passado.
O cenário de incertezas da economia mundial vai afetar
diretamente o bolso do consumidor brasileiro. Essa é a opinião da maioria dos
entrevistados pela pesquisa O Observador 2012, da Cetelem BGN, que mostrou: 42%
consideram que a crise vai atingir “com certeza” o consumidor, enquanto 26%
acham que “talvez” aconteça esse impacto e 18% afirmam que não haverá efeito no
consumo do brasileiro.
As classes AB e C são as que mais têm certeza sobre o peso
da crise no bolso do consumidor, ambas com porcentagem de 44% na pesquisa. A
classe DE está mais otimista, com 36%.
Na divisão por regiões do País, os que estão mais certos de
que a crise vai pesar no bolso dos brasileiros são os entrevistados da região
Sul, com 61%. Em seguida vêm as regiões Nordeste e Sudeste, ambas com 40%, e
Norte/Centro-Oeste, com 31%.
O preço é o principal ponto levado em conta pelo consumidor
para ser fiel a uma loja virtual. Essa constatação é da pesquisa O Observador
2012, da Cetelem BGN, que mostrou: 64% dos entrevistados apontaram o item
“produtos e serviços a um preço razoável” como fator principal para fidelizá-lo
nas compras on-line.
Promoções e descontos apareceram em segundo lugar nesse
item, com 51%, e a seguir vieram segurança e qualidade de entrega, ambos com
36%.
O brasileiro pretende adquirir principalmente móveis e
eletrodomésticos e investir em lazer/viagem até o final deste ano, de acordo
com a pesquisa O Observador 2012, da Cetelem BGN.
O levantamento mostrou que 31% dos entrevistados planejam
comprar móveis este ano e 30% querem adquirir eletrodomésticos, enquanto 25%
vão investir em lazer/viagem. Em seguida foram destacados TV e vídeo, com 19%,
e celulares, com 17%.
Lazer e viagem estão na mira do consumidor internauta.
O consumidor brasileiro planeja usar a internet
principalmente para fazer compras referentes a lazer e viagem (13% do total de
entrevistados), produtos culturais (11%) e eletrodomésticos (10%). A
constatação é da pesquisa O Observador 2012, realizada pela Cetelem BGN.
Segundo o levantamento, 8% dos entrevistados pretendem
utilizar a internet no futuro para comprar artigos de vestuário e 7% miram a
compra futura pelo computador de produtos de saúde e beleza.
A classe DE mostra maior intenção de compra de
lazer e viagem via internet do que a classe C (11% contra 10%). Em artigos de
vestuário, a fatia de consumidores da classe C que planeja usar a rede mundial
de computadores para comprar é de 10%, contra 8% dos entrevistados da classe
AB.
A classe DE foi a que mais aumentou sua poupança e
investimentos, de acordo com a pesquisa O Observador 2012 realizada pela
Cetelem BGN.
Os entrevistados dessa classe de renda informaram que seus investimentos
somaram R$ 703 em média, em comparação aos R$ 256 do levantamento de 2010 (dados
referentes ao mês anterior ao do levantamento , realizado em
dezembro).
A pesquisa mostrou também que os investimentos cresceram em
escala mais modesta na classe AB. Nessa faixa da população as aplicações foram,
na média mensal, de R$ 735, contra R$ 528 do ano anterior.
Na classe C houve redução dos recursos destinados a
investimentos – a pesquisa O Observador 2012 revelou que o total nessa classe de
rendimentos foi de R$ 486, o que significa uma queda de R$ 98 em relação aos R$
584 da pesquisa de 2011.
O Twitter tem 300 milhões de contas e o Facebook cerca de 1 bilhão de usuários. Nesse quadro, ainda existe espaço o e-mail?
A resposta a essa pergunta é um surpreendente “SIM”, de acordo com levantamento feito pela empresa norte-americana VisibleGains. A cada dia 188 bilhões de e-mails são mandados em todo o mundo.
Para ter acesso a essas informações, que lembram uma série de problemas que o e-mail vem enfrentando é possível acessar o link:
Boa leitura!O Brasil continua a liderar o ranking de otimismo em relação à situação econômica, segundo a pesquisa O Observador 2012. A nota média dada pelos pesquisados, numa escala de 1 a 10, foi 6,25.
A novidade é que a Alemanha passou este ano a ser co-líder nesse ranking. Os alemães deram nota 6,2 e os brasileiros 6,3 em relação à economia de seu País.
No entanto, a nota de avaliação da situação da economia caiu, em 2011, pela primeira vez em sete anos e ficou abaixo dos 6,84 de 2010. Desde que a pesquisa O Observador começou a ser realizada no Brasil, em 2005, as notas vinham subindo, a partir de 4,72.
A redução da nota aconteceu em todas as classes de renda e em todas as regiões do País. Na classe AB, a avaliação caiu de 6,7 no ano passado para 6,3. Na classe C, a queda foi de 6,9 para 6,3 e na DE foi ainda maior, de 6,8 para 6,1.
A pesquisa O Observador 2012 revelou também que a palavra “preocupação” foi a mais escolhida pelos entrevistados para descrever o futuro, superando “otimismo”, a campeã do ano anterior. No levantamento mais recente, “preocupação” foi escolhida por 33% dos pesquisados, em comparação aos 29% de 2010, enquanto “otimismo” foi apontado por 31% (um recuo acentuado em relação aos 42% do ano anterior).
Precavido, o consumidor está mais tímido em relação a seus planos de consumo para 2012.
Na pesquisa O Observador 2012, realizada pela Cetelem BGN, a redução na pretensão de compra foi acentuada em itens como carros (de 18% para 15%) e computadores para casa (de 20% para 16%).
O levantamento mostrou que não há itens em que os brasileiros pretendem concentrar suas compras. Nenhum dos principais itens de consumo teve elevação na comparação anual da pesquisa O Observador 2012. No máximo, houve estabilidade, nos casos de propriedades (11%), moto (9%) e equipamentos esportivos (7%).
Outros itens que vinham mostrando alta entre os sonhos de consumo tiveram queda, como eletrodomésticos (38% em 2010 e 30% em 2011), móveis (queda de 40% para 31%), e telefone celular (de 25% para 17%).
Menos brasileiros estão destinando recursos para a poupança e outros investimentos, mas o total aplicado cresceu em 2010.
A moradia foi o item de maior peso nos gastos dos brasileiros no ano passado. A pesquisa O Observador 2012, da Cetelem BGN, revelou que a prestação de domicílio foi o subitem que mais subiu no item “Moradia”, com alta de 23% na comparação com 2010. No aluguel, a elevação foi de 14%. Em condomínio, no entanto, foi registrado recuo (de R$ 150 em 2010 para R$ 113 em 2011).
No cômputo geral, no entanto, o gasto total mensal das famílias ficou praticamente estável em 2011, apesar da inflação, subindo apenas R$ 3 (de R$ 1.231 para R$ 1.234). Por classe de consumo, a elevação aconteceu apenas na classe C (de R$ 1.119 para R$ 1.171). Na classe AB a queda foi de R$ 2.150 para R$ 2.035 e na DE, de R$ 696 para R$ 657.
Os gastos com dívidas foram menores em 2011, segundo os dados do O Observador 2012, com base principalmente no recuo nos gastos com pagamentos de créditos bancários (de R$ 330 em 2010 para R$ 221 em 2011) e de prestações de lojas (de R$ 185 para R$ 140).
A pesquisa O Observador 2012, realizada pela Cetelem BGN, mostrou que a renda familiar mensal disparou no Sul e no Nordeste no ano passado.
No Sul, a renda da família aumentou de R$ 1.589 em 2010 para R$ 1.877 em 2011 e no Nordeste a elevação foi de R$ 943 para R$ 1.070.
No Norte/Centro-Oeste, a alta da renda familiar mensal foi de R$ 1.694 para R$ 1.760, mas na região Sudeste aconteceu queda (de R$ 1.874 para R$ 1.818).
Quanto à renda disponível, a maior elevação foi no Norte/Centro-Oeste, onde o salto foi de R$ 352 para R$ 628. No Nordeste a alta foi de R$ 122 para R$ 205 e no Sul, de R$ 367 para R$ 410. O aumento da renda disponível foi menor no Sudeste, onde passou de R$ 520 para R$ 557
A classe C está cada vez maior e incorporou mais de 2,7 milhões de brasileiros, somando 103,054 milhões de pessoas em 2011. Já a classe DE voltou a encolher e recuou de 47,948 milhões para 45,243 milhões, segundo dados da pesquisa O Observador 2012, realizada pela Cetelem BGN com a Ipsos.
O levantamento mostrou também que a classe AB cresceu em ritmo menos acelerado (de 42,195 milhões em 2010 para 42,434 milhões em 2011.
Esses números significam que o desenho da estrutura social das classes de renda do Brasil continua a ser na forma de um losango – colocando de lado, pelo segundo ano seguido, a tradicional forma de pirâmide.
Com o movimento, 54% da população passou a ser da classe C, em comparação a 53% em 2010. Em relação a 2005, quando a pesquisa O Observador começou a ser realizada no Brasil, o salto da classe C foi de 34% para 54% (ou seja, 20 pontos percentuais).
Como contraponto, a classe DE teve encolhimento expressivo no período, passando de 51% do total em 2005 para 24% no ano passado. A classe AB cresceu, no período, de 15% para 22%.
A renda disponível dos brasileiros cresceu 22% em 2011 de R$ 368 para R$ 449 - e a classe C foi a principal responsável por essa elevação. A constatação é da pesquisa O Observador 2012, realizada pela Cetelem BGN.
Houve alta da renda disponível em todas as classes de consumo, segundo o levantamento. A renda da classe C subiu aproximadamente 50% no ano passado, de R$ 243 para R$ 363. Também a classe DE teve aumento da renda disponível em 2011, passando de R$ 104 em 2010 para R$ 126 no ano passado. Na classe AB o aumento foi de R$ 991 para R$ 1.001.
Já a renda média familiar cresce na classe C, passando de R$ 1.338 para R$ 1.450, mas recuou nas classes AB (de R$ 2.983 para R$ 2.907) e na DE (de R$ 809 para R$ 792). No cômputo geral, a pesquisa O Observador 2012 revelou que a renda média familiar subiu de R$ 1.557 para R$ 1.618 no ano passado.

